Olá!
Obrigado pela visita!
Por falta de espaço estamos com um novo blog cheio de novidades e coisas boas!
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Por falta de espaço estamos com um novo blog cheio de novidades e coisas boas!
Oi! Mais uma vez obrigado pela visita!
Pela falta de espaço estamos com um blog novinho:
http://www.colunadiversidade.blogspot.com
Te espero lá, heim?
Abração!
Afonso Júnior
Se não bastasse os buracos na calçada, as caixas de papelão atrapalham a circulação dos pedestres. Se um cidadão na cadeira-de-rodas precisar passar...
Além da calçada estreita, o lixo é jogado “no cantinho”, perto do poste. Desrespeito com os próprios clientes e com todos os outros pedestres.
Nota 10 para as rampas que substituem os degraus e ajudam na acessibilidade, mas o lixo... Além de deixar nossa cidade mais feia, contribui para reduzir a acessibilidade e o acesso.
Acreditem, mas neste espaço circulado existe uma rampa e uma placa indicando que este é um espaço reservado para pessoas com necessidades especiais. Total falta de respeito...
Nesta foto mais um flagrante: o dono da caminhonete estacionou o carro na vaga reservada para portadores de necessidades especiais em frente à Caixa Econômica e saiu para fazer um lanche. Não merece nem comentários...
FLAGRANTES DA FALTA DE RESPEITO EM NOSSA CIDADE.
Afonso Júnior
*Terapeuta Ocupacional
Na edição anterior da Coluna Diversidade fiz uma advertência para os motoristas de nossa cidade que estão desrespeitando as vagas para portadores de necessidades especiais.
É difícil encontrar os comerciantes que reconhecem a necessidade não só das pessoas que precisam da cadeira-de-rodas, mas também de pessoas obesas, idosas, grávidas, deficiente visuais... Mas não está difícil encontrar os motoristas que simplesmente desrespeitam as placas e estacionam com a maior cara-de-pau bem no local reservado para pessoas portadoras de necessidades.
Cobrar da Prefeitura que faça o elevador no Teatro Municipal conforme foi prometido, cobrar que façam mais vagas para deficientes físicos, cobrar rampas e condições de acessibilidade nas lojas e restaurantes, nos prédios públicos municipais, cobrar... cobrar... cobrar... Será até quando vamos sempre querer culpar as outras pessoas ou o poder público? Será que não está na hora de fazermos a nossa parte pelo menos respeitando as placas e tomando cuidado em onde colocamos nosso lixo? Nossos carros e motos, nosso lixo também podem estar sendo uma barreira que impede a acessibilidade de várias pessoas. Já pensou nisso?
Além das fotos de motoristas que desrespeitaram as placas, publico também fotos do lixo da nossa cidade. É uma vergonha, mas é a verdade... Continuarei de olho, e peço ajuda de todos vocês meus leitores!
MUNDO DESIGUAL
Afonso Júnior
*Terapeuta Ocupacional
Se procurarmos no Dicionário Aurélio a palavra preconceito, vamos encontrar a seguinte definição:
“ preconceito: 1 Conceito ou opinião formados antes de ter os conhecimentos adequados. 2 Opinião ou sentimento desfavorável, concebido antecipadamente ou independente de experiência ou razão. 3 Superstição que obriga a certos atos ou impede que eles se pratiquem. 4 Sociol Atitude emocionalmente condicionada, baseada em crença, opinião ou generalização, determinando simpatia ou antipatia para com indivíduos ou grupos. P. de classe: atitudes discriminatórias incondicionadas contra pessoas de outra classe social. P. racial: manifestação hostil ou desprezo contra indivíduos ou povos de outras raças. P. religioso: intolerância manifesta contra indivíduos ou grupos que seguem outras religiões."
Ele vem das mais diferentes formas, através de gestos, de olhares, de palavras... E para as mais variadas pessoas: mulheres, negros, deficientes, portadores de necessidades especiais, gays, obesos, doentes, pobres...
Pela definição, podemos perceber a força negativa que esta palavra carrega. Agora imaginem uma pessoa que a vida inteira sofre preconceito por ter nascido “diferente” das outras... E sem ter oportunidade de escolher ser “igual”. Infelizmente não temos como negar que o preconceito existe e está em todos os lugares.
Semana passada tive a infelicidade de ver um programa na TV que passa à tarde. Um desses onde as pessoas levam seus problemas, expõem e a apresentadora procura resolver, dar conselhos junto com sua platéia... Bom, o tema do programa era algo como: “não me aceito como sou”. Acreditem, mas os participantes eram pessoas negras e que não gostavam de negros! Uma participante falava que se pudesse seria branca porque acha as mulheres brancas mais bonitas, outra não deixava sua filha namorar com um garoto que assim como ela e a filha era negro, fora as outras barbaridades que foram discutidas...
É estranho ver como o preconceito está presente de forma tão forte em nossas vidas. E como, às vezes, usamos de alguma condição que nos torna diferentes dos outros para nos menosprezarmos e nos inferiorizarmos. Mais uma vez repito: O que nos faz pessoas de verdade não é nossa cor, nem nosso aspecto físico, muito menos se possuímos dinheiro ou não... Não é isso mesmo!
Mas mudando de canal, encontrei em um telejornal uma notícia sobre um dos homens ultimamente mais comentados da atualidade: Barack Obama. O pensamento que me veio à cabeça foi rápido: enquanto alguns se prendem à pequenas questões que não vão levar ninguém a lugar nenhum (sim, porque mesmo não gostando de serem negras, aquelas pessoas continuarão sendo), outros não se importam e são capazes de quase ganhar a simpatia do mundo inteiro.
Em um canal negros que não querem ser negros simplesmente porque acham que os brancos são mais bonitos, em outro, um negro que é o candidato pelo partido democrata à presidência dos Estados Unidos e pode se tornar um dos homens mais importantes e influentes do mundo. É, realmente o mundo é muito desigual..
MOMENTO DE INCLUSÃO: PARADA DE SÃO PAULO.
Afonso Júnior
*Terapeuta Ocupacional
São Paulo mais uma vez parou para ver a Parada Gay que aconteceu no domingo dia 25 em sua 12ª. edição. Na luta pelos seus direitos, o público GLBT (gays, lésbicas, transexuais e simpatizantes) saiu em caminhada e protesto e contou com o apoio de políticos, heterossexuais e de outras pessoas que também sofrem algum tipo de preconceito, discriminação e querem uma sociedade mais inclusiva.
Lembrando que a Parada do Orgulho Gay não é apenas uma “festa” como muitas pessoas pensam. É sim um momento de igualdade, onde alguns direitos são reivindicados e o preconceito e a discriminação são amplamente discutidos.
Um dos grandes problemas que enfrenta a população gay é o preconceito e a homofobia. A homofobia nada mais é do que o medo e o resultante desprezo pelos homossexuais que alguns indivíduos sentem. Ela pode se manifestar de diversas maneiras, e em sua forma mais grave resulta em ações de violência verbal e física, podendo levar até ao assassinato de GLBTs, como vêm acontecendo direto nas grandes e pequenas cidades.
É o que sempre falo em meus artigos: o preconceito está presente em nossa sociedade por todos os lados. Pessoas com deficiência, com síndromes, cegas, surdas, mudas, cadeirantes, obesas, negras, gays... Todos são vítimas de discriminação de uma sociedade que não entende que ninguém é igual a ninguém! Graças à Deus somos uns diferentes dos outros e é isto que faz a grande diferença e o grande sentido da vida. As pessoas estão no mundo para somar, sempre... Se todos fóssemos iguais não teria graça nenhuma!
Precisamos aprender que pessoas são pessoas de todas as formas: brancas, negras, amarelas, azuis, com tatuagens, piercings, com uma prótese, sem um dedo, sem todos os dedos, sem uma mão... Sou a favor da diversidade!
Em um outro artigo que escrevi, usei uma frase que volto a escrever: Imaginem se todos os peixes do mar fossem do mesmo tamanho, da mesma cor?! O colorido iria sumir!
Veja o que aconteceu nesta 12ª. Parada do Orgulho GLBT:
- A Parada contou com um trio elétrico chamado Trio do Acesso Universal que levou para a avenida o slogan: “Incluindo diferenças... em defesa dos direitos humanos!” e teve como objetivo celebrar a diversidade e dar visibilidade à inclusão das pessoas com deficiência. O trio acessível foi montado com uma plataforma elevatória para dar acesso a todos – cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida – e contou com intérprete de LIBRAS.
- Apoio dos políticos: Marta Suplicy marcou presença e disse que a “diversidade” das pessoas que acompanharam a parada foi o que mais chamou sua atenção neste ano. “Havia muitas senhoras, idosos, crianças, gente que faz da parada um programa bonito e de respeito à diversidade”. O prefeito Kassab deu entrevista coletiva falando que acha importante as pessoas lutarem pelo sues direitos.
- Muitas famílias participaram do evento acompanhando em toda a Avenida Paulista. Lutando também contra qualquer tipo de preconceito.
Foi lançado também uma música chamada de “Homofobia Mata”. A letra traz recado político e reforça o combate à homofobia. Na última estrofe os autores lembram que discriminar é crime e terminam com uma provocação: “Que problema você tem?”.
Homofobia Mata
Por um estado laico de fato e de verdade
Daquilo que nos fez humanos
Tudo foi diversidade
Por sermos tão diferentes
Que somos todos iguais
Brilham os olhos as mentes
Queremos brilhar em paz
O orgulho, o amor e o respeito
São sempre irmãos da razão
O que nos move é o efeito
Do pulso de um coração
A humanidade escondida
Precisa se revelar
Homofobia é prisão
De que não quer se encontrar
Discriminar é crime
Não devemos nada a ninguém
Bote a mão nas consciência
Que problema você tem?
Vamos começar a pensar em nosso próprios problemas e preconceitos?
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